O que deveria ser um serviço básico de zeladoria transformou-se em dor de cabeça para os moradores de Franco da Rocha nas últimas semanas. A retirada repentina de diversos contêineres de lixo que antes ficavam distribuídos por pontos estratégicos da cidade tem causado o acúmulo de resíduos em vias públicas, gerando mau cheiro, proliferação de insetos e muita indignação por parte da população.
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A ausência dos equipamentos coletores tem sido sentida em várias partes do município. Um dos locais afetados fica bem próximo a um ponto de apoio de motoboys, onde o fluxo de pessoas é intenso, localizado na rua João Rais, na região central, e também na entrada do bairro Mato Dentro. Sem ter onde depositar o lixo de forma adequada até a passagem do caminhão de coleta, muitos acabam deixando as sacolas nas calçadas ou no meio-fio.
"O problema é que sem o contêiner, o lixo fica espalhado. Os cachorros rasgam as sacolas, quando chove a enxurrada leva tudo para os bueiros e o mau cheiro fica insuportável", desabafa um morador que preferiu não se identificar.
A retirada dessas lixeiras comunitárias de grande porte impacta diretamente a rotina urbana. Sem os contêineres, o lixo acaba sendo jogado de forma desordenada nas vias públicas, causando transtornos generalizados para pedestres e motoristas. O cenário não apenas degrada o visual da cidade, mas também levanta preocupações com a saúde pública, especialmente com o risco de acúmulo de água parada e o aumento da presença de roedores e insetos.
Os moradores cobram da Prefeitura de Franco da Rocha e da empresa responsável pela coleta de lixo uma justificativa para a retirada dos equipamentos e exigem o retorno imediato dos contêineres ou a apresentação de uma solução eficiente para o descarte.
Questionamos o Executivo sobre o assunto, mas até o momento, não houve resposta oficial sobre os motivos que levaram à remoção dos contêineres ou se há um cronograma para a reposição ou substituição do modelo de coleta nessas localidades.

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