Mãe-amiga, espero que esteja tudo bem por aí!
A coluna de hoje é especial: ontem foi Dia das Mães!
Ganhou presentes? Abraços? Flores? Almoço caprichado? Chocolates? Muito amor?
Mas me conta, de mãe pra mãe: o que você realmente gostaria de ter ganhado nesse Dia das Mães? Pode falar do coração, sem filtro. É só entre nós.
Começo por mim: eu queria um mundo mais justo para nós, mães.
Falo sobre o peso da maternidade idealizada.
Um mundo mais justo, no sentido de menos julgamentos e cobranças.
Gostaria que a sociedade pegasse mais leve com essa história de “ser uma boa mãe”.
Porque, vamos combinar? Nenhuma mãe acorda querendo errar. Nenhuma mãe levanta da cama sem desejar o melhor pros seus filhos.
Todas nós queremos ser a melhor mãe que nossos filhos podem ter.
Mas ser uma boa mãe não significa ser perfeita. Não significa nunca errar, nunca se cansar, nunca falhar.
Ser uma boa mãe é, simplesmente, ser mãe.
E nisso, somos boas: sendo quem somos.
Com todas as nossas imperfeições, estamos dando o nosso melhor. E isso basta.
Só precisamos acreditar nisso sem depender de validação externa.
Se olhe no espelho hoje. Reconheça a mãe incrível que você é para seus filhos.
Pegue leve com você. Pegue leve com as outras mães.
Todas nós estamos tentando (isso já é tanto)!
Seja parte desse presente que eu tanto desejo:
Seja aquela parte da sociedade que apoia, acolhe, em vez de julgar.
E aproveito para te desejar um lindo e verdadeiro:
Feliz todos os dias das mães.
Forte Abraço
Débora Preto
Mãe, educadora e umas coisinhas a mais
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