A chegada de Liam Rosenior ao Chelsea nos provoca a enxergar o jogo como um passo a mais, não apenas como execução de talento, mas como compreensão profunda do que acontece entre a bola, o espaço e os jogadores. No Chelsea, ele não propõe só um modelo e sim uma ideia de jogo.
Liam, propõe que o jogo deixe de ser de pressa e passa a ser de intenções, cada saída curta de sua defesa, cada apoio, cada pausa tem algum sentido. O talento individual não fica engessado, mas orientado. Jogar bem não é acelerar o jogo em sua maioria de tempo, é controlar e dominar pela leitura de movimentos.
No Chelsea o jovem treinador aponta para um jeito de jogar que educa o olhar, menos gritos, mais clareza, um futebol que mostra que evoluir não é só mudar os jogadores é mudar a forma de entender o jogo.
No Bahia, o professor Ceni realiza trabalho muni ciosos com vários atletas, ter jogado e estudado futebol, são duas questões que se complementam. Só ter jogado, não te faz entender de pessoas, mas se você conhece do ambiente, da pressão e jogou, te faz ter muito a entregar.
O CUIDADO com pessoas é fundamental, pois não basta conhecer e não ter o interesse em ajudá-las, dar o suporte necessário para o crescimento.
Ceni tem ótimos trabalhos, talvez um dos melhores da nova geração, desenvolve equipes e pessoas/atletas como poucos já se viu.
Jogar de várias formas, entender o jogo, coordenar movimentos e principalmente conhecer de pessoas, capacitar e não queimar talentos fazem parte de um novo futebol.
Quem entende só de futebol, de futebol nada se pode saber, e Liam e Rogério são especialistas em dominar a arte do jogo.
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