O estado de São Paulo agora possui cerca de 100 unidades de escolas cívico-militares, focando mais em nossa região, Caieiras e Mairiporã tiveram uma escola cada selecionada para implementar o modelo no ano letivo de 2026. Consultas públicas foram feitas no ano passado para a verificação se a mudança seria aceita ou não, essas pesquisas envolveram pais, responsáveis, estudantes de 16 anos ou mais, além de funcionários e professores.
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A Escola Estadual Albino Fiore de Caieiras passou pela aprovação do modelo, o que permitiu para a unidade ser incluída no programa. Outra participante foi a Escola Estadual Arthur Weingrill de Mairiporã, que participou das mesmas etapas e as duas mostraram que houve alto interesse por parte da comunidade escolar do local para modificar e se atualizar com o novo modelo de ensino.
Como funciona o modelo
Apesar do nome, as escolas seguem o currículo paulista de educação, com aulas ministradas por professores da rede estadual. A diferença está na atuação de monitores militares, responsáveis por apoiar a gestão escolar, reforçar regras de convivência e disciplina.
Debates que estão rolando por aí
Alguns educadores e moradores pensam que a presença de monitores civis ou militares podem acabar alterando a dinâmica ocorrida já anteriormente nas salas de aula. Afetando diretamente a autonomia dos professores diretamente no contato com os alunos. Essa discussão ocorre não só dentro do estado, mas sim em todo o país.
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