Na noite de ontem, 05, o Dois Pontos Podcast reuniu a Presidente da Câmara de Caieiras, Zefinha (PL), a vereadora, Renata Lima (Republicanos), vereadores Micael (PL) e Juninho, e o vereador-suplente, Bruno Ribeiro (PP) para falar do atual cenário político da cidade e da relação com o prefeito Gilmar Lagoinha (PL). Foram muitos pontos abordados, como a eleição da Presidência da Câmara, o caso do REFIS, a voz de prisão contra o filho de Zefinha numa fiscalização, dentre outros assuntos. O episódio bateu recorde de audiência do programa apresentado pelo jornalista Toninho Lopes Jr.
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Assuntos abordados
Eleição da Presidência da Câmara
A vereadora Renata Lima afirmou que o grupo de vereadores se uniu em torno de Zefinha após os vereadores receberem uma "ordem expressa"do prefeito para votar em Dr. Panelli (Podemos), sem nenhuma justificativa, ou explicação, apenas deviam cumprir, senão "haveriam consequências". Desta forma, os legisladores decidiram se unir e apresentar uma alternativa ao nome apoiado pelo prefeito Lagoinha.
Caso REFIS
Outro assunto abordado foi a apresentação do projeto encaminhado pela Prefeitura sobre o REFIS (Programa de Recuperação Fiscal), segundo os vereadores, da maneira que está, o projeto beneficia apenas os empresários e grandes devedores, não sendo atraente para os moradores que realmente necessitam de desconto ou parcelamento. A presidente Zefinha, inclusive, afirmou que "o departamento jurídico está avaliando o projeto e eu não funciono na pressão, colocarei em pauta, quando estiver com ajustes para beneficiar os mais pobres".
Voz de prisão contra filho de Zefinha
Uma das maiores polêmicas envolvendo o prefeito Lagoinha, foi a voz de prisão dada ao filho da presidente da Câmara, Zefinha. Os vereadores presentes no momento do fato explicaram que a obra em questão não tinha alvará e até o momento não foi explicado o que era realizado lá. "O Rick (filho de Zefinha) não desacatou em momento nenhum o prefeito, que por sua vez, estava muito nervoso. Ele deu voz de prisão por ser questionado que o Cata-Treco não era um favor e sim um serviço pago, através dos impostos dos moradores", falou Micael durante o podcast.

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