- Seu pai está aí fora
- Meu pai é o caralh0! Nunca se importou comigo, fez minha mãe de put4 e depois nos abandonou!
- Mas chama ele para negociar.
- Eu não tenho ideia com esse cara não, ele achava que o dinheiro dele comprava tudo. Dava pensão mas não dava atenção!
- Sapão, então vamos nos entregar numa boa!
- Naninha fica tranquilo, você tá com uma quadrada e eu com outra. Não vamos pagar de comédia para esses pau no c#, se for pra morrer, irei morrer atirando.
- Ninguém precisa morrer Sapão!
- Nem nóis e nem a vítima. Fica tranquilo Naninha, é só eles deixarem a gente fugir que liberamos a refém.
- Mas eles não vão deixar a gente fugir....
- Eu não deixarei aquele merda me prender, não darei esse gosto para ele!
- Tenente o senhor sabe quem está lá dentro né?
- Sei, esse moleque do caralh0 me deu trabalho a vida inteira! Eu sabia que essa hora iria chegar... Vamos fazer o seguinte, na hora da invasão, entrarei primeiro, quem sabe eu conversando ele se entrega.
- Naninha quando a polícia invadir, você fica com a arma apontada para a refém que eu troco a ideia.
- É agora, é agora, vamos invadir! Larga a arma Kauã, larga a arma!
- Vai se fude¢ seu bosta, tá preocupado comigo agora?
- Larga a arma Kauã, que tudo vai dar certo!
- Aqui nunca deu certo, quem sabe a gente se entenda no inferno.
Dois tiros disparados, dois corpos estendidos no chão.
Naninha sabendo que o Sapão não se renderia, atirou no comparça, com a ideia de se entregar.
O tenente, vendo seu filho sendo alvejado, atirou no Naninha para neutralizar a ação.
A refém saiu sem ferimentos.
Mas os traumas psicológicos, esses irão perpetuar na consciência de todos, pelo resto de suas vidas.
O texto acima expressa a visão de quem o escreveu, não necessariamente a de nosso portal.
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