Oi, mãe-amiga, tudo bem? Espero que sim!
Ainda estamos no mês das mães, e eu queria dividir com você um assunto que movimentou as redes nos últimos dias: o fenômeno da “maternagem de bonecos”.
Os bebês reborn são bonecos hiper-realistas, feitos para se parecerem com bebês humanos em cada detalhe. Mas, claro, a semelhança para por aí…
Em alguns contextos, como no apoio emocional, no luto materno ou até em processos terapêuticos, esses bonecos podem ter uma função simbólica e acolhedora.
Em outros casos, são apenas itens de coleção, como qualquer outro hobby.
O que gerou tanto debate foi o que vai além disso: o julgamento sobre mulheres que se relacionam com esses bonecos de forma mais intensa, com direito a “parto”, “rotina”, e até “maternidade”.
Cada caso é um caso. Cada realidade é única. Mas o que parece ser regra é a condenação pública. E, adivinha? Mais uma vez, o alvo são as mulheres.
Não se trata de certo ou errado, faria ou não faria, saudável ou não. A verdade é que, quando algo está no território do feminino, o peso do julgamento é sempre mais duro.
E eu, como uma mãe que materna dois filhos de carne e osso, que há anos compartilha a luz e as sombras da maternidade real, confesso: cheguei a pensar nas vantagens de ser mãe de um bebê reborn!
Menos cabelos brancos, mais horas de sono, menos dores — físicas e emocionais — e até mais dinheiro na conta… Convenhamos, essa lista tem seus atrativos!
Mas, mesmo com todos os desafios, eu não trocaria meus filhos reais por absolutamente nada neste mundo.
Em um mundo ideal e emocionalmente saudável, toda mulher deveria ter o direito de escolher: ser mãe de filho, de planta, de pet, de bebê reborn… ou simplesmente não ser mãe de nada nem ninguém.
Hoje, deixo aqui um abraço bem apertado pra todas as mães independente de quem (ou do que) você materne 
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