Ei, mãe-amiga, como estão as coisas por aí?
Por aqui, uma rotina e intensa e posso dizer com tranquilidade que a carga mental está pesando.
Não que antes não fosse sério… mas hoje, quero propor uma conversa ainda mais sincera.
Enquanto falo com você, também me escute, porque esse espaço é de troca real.
repetir Vamos juntas, com gentileza e verdade: “nós não precisamos dar conta de tudo”.
Dar conta de tudo não é o que define uma boa mãe, uma mulher incrível ou uma profissional competente. Somos mulheres possíveis.
Mas o ponto-chave é: como você tem sido com você mesmo?
Tentar fazer tudo, o tempo todo, só vai te deixar ainda mais exausta e, muitas vezes, culpada. Reconhecer que você não é uma guerreira incansável (deixa isso pra Xena!) e sim uma “mulher humana”, com limites, é essencial.
É clichê, mas real: no avião, em caso de emergência, a máscara de oxigênio precisa ser colocada em você primeiro. Só assim é possível ajudar o outro.
Então, coloque sua máscara.
Respirar.
Dê-se oxigênio.
Reconhecer que não está tudo bem, pedir ajuda, buscar apoio: isso não é fraco. É coragem!
Se você não estiver bem, não conseguirá sustentar o outro. A gente só consegue fazer aquilo que tem. E quando damos de um lugar que já está esgotado, adoecemos.
Então te pareço:
•Você tem cuidado de você?
•Tem permissão para fazer algo por você?
•Tem olhado pra você, com carinho, com prioridade?
Termino nosso texto de hoje, em “confissão”: eu voltei para a terapia. Preciso cuidar de mim para poder dar o meu melhor para os que estão em minha volta.
Olhar para nossas vulnerabilidades é autocuidado!
Obrigada por estar aqui comigo toda semana e no meu abraço de hoje, entrego um espelho, para que você se olhe com todo cuidado que é preciso.
Até a semana que vem!
Débora Preto
Mãe, educadora e umas coisinhas a mais