Alfredo de Albuquerque Filho, é membro de uma família tradicional paulistana, empresário bem sucedido conseguiu multiplicar os negócios da família e se tornou um multimilionário antes de completar 40 anos de idade.
Sempre se preocupou com as pessoas mais carentes e doava milhares de reais para uma comunidade que ficava perto da sua indústria, fazia questão de promover eventos com brinquedos e bastante comida para as crianças.
Certo dia uma moradora ofereceu um pedaço de bolo de fubá, porém o anfitrião recusou, dizendo que já havia comido bastante coisas que o buffet havia trazido, ainda assim a senhorinha insistiu e novamente ele recusou dizendo que não conseguia comer mais nada.
Minutos depois essa mesma senhora viu o empresário comendo o bolo servido pelo buffet...
Ao término do evento, Alfredo pegou seu carro e foi embora, ao chegar na pista de acesso para a comunidade, seu carro foi interceptado. Um homem com arma em punho, fez ele encostar e sair do carro.
Mandou ele deixar o celular, trancar e colocar a chave no bolso, colocou um capuz nele e levou em outro carro.
Chegando em um determinado lugar, colocou Alfredo dentro de um quarto e disse que podia tirar o capuz.
Sabendo que se tratava de um sequestro, Alfredo disse que ele poderia pagar, mas que deixasse ele ir embora.
O homem do outro lado da porta disse para ele não se preocupar, que no final as coisas dariam certo para ele, mesmo assim ele voltou a dizer que poderia pagar para ser solto, e ficou sem resposta.
Passado 3 horas após o início da ocorrência, Alfredo pediu para usar o banheiro, e a resposta foi que ele fizesse no canto do quarto.
Ele perguntou, se não poderia lhe dar uma vasilha, pois necessitava fazer o número 2. Mas o homem respondeu que fizesse no chão mesmo, pois a comunidade onde promove as festas e tiras fotos para exibir seu papel de filantrópico, o esgoto é a céu aberto então não teria problema.
Depois de 8 foi servido uma marmita, porém Alfredo recusou, dizendo que não conseguia comer ao lado daqueles dejetos.
O homem ressaltou que ainda hoje existem muitas pessoas que comem comida do lixão e não se importam, e por isso ele não deveria se incomodar.
Algumas horas depois, ratos entraram dentro do quarto para comer a comida que Alfredo havia recusado...
20 horas após o início da situação Alfredo pediu outra marmita, pois aquela estava azeda e os ratos haviam comido. E o homem disse que ele mesmo permitiu que isso acontecesse e só lhe daria outra quando ele comesse a que lhe foi servida
Alfredo pediu para ligar para sua esposa apenas para avisar que ele estava bem, e o homem respondeu que muitas mães esperam por um filho que nunca irá chegar, e que sua esposa poderia esperar também. Passado um pouco mais de 23hs desde o início da intervenção, Alfredo resolveu comer a comida azeda que tinha virado sobras de ratos, após comer, o homem apagou a luz do quarto e adentrou, colocou o capuz outra vez em Alfredo e saiu caminhando.
Após alguns minutos Alfredo percebeu que estava sozinho e tirou o capuz, viu que estava na mesma comunidade onde ele fez o evento e correu em direção ao carro que encontrava-se no mesmo lugar e do mesmo jeito.
Ao chegar em sua belíssima casa, explicou toda a situação para sua esposa, na qual aconselhou a procurar a polícia.
Após tomar um banho, abraçar a esposa e jantar como a família, uma deliciosa refeição, Alfredo resolveu não prestar queixa na delegacia.
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