A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou nesta segunda-feira (29) que a tarifa básica do sistema metroferroviário da Região Metropolitana de São Paulo, que inclui metrô, trens da CPTM e Viamobilidade, será reajustada de R$ 5,20 para R$ 5,40 a partir do dia 6 de janeiro.
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O aumento é de 3,85%, percentual abaixo da inflação do período, estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe e também abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, chegou a 4,5% até o mês de novembro, na medição dos últimos 12 meses.
Segundo o governo paulista, todas as gratuidades atualmente vigentes serão mantidas no ano.
De acordo com a gestão estadual, a atualização tarifária "foi definida após análise das despesas operacionais do sistema, que registram crescimento contínuo".
Entre os principais custos apontados estão gastos com energia, manutenção da frota, infraestrutura e folha de pagamento. O objetivo do reajuste, segundo o governo, é "garantir a eficiência, a segurança e a qualidade do serviço prestado à população".
Ainda segundo a administração estadual, os recursos adicionais arrecadados com o aumento da tarifa serão integralmente reinvestidos em projetos de modernização e expansão da infraestrutura de mobilidade.
Atualmente, o governo de São Paulo mantém sete obras em andamento no sistema de transporte, com investimento total de R$ 57 bilhões.

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