Moradores do bairro Vila Rubí e do loteamento Jardim Victorino Eduardo, em Franco da Rocha, se mobilizaram para expor uma série de denúncias graves contra a empresa responsável pela comercialização de terrenos na região. O grupo de compradores relata estar vivendo um verdadeiro drama financeiro e jurídico, alegando serem vítimas de práticas abusivas e falta de transparência por parte da loteadora.
As denúncias vieram à tona após os moradores cobrarem providências publicamente, detalhando as armadilhas que afirmam ter encontrado após a assinatura dos documentos.
Valores inflados e "pegadinhas" no contrato
A queixa unânime entre os moradores diz respeito à brutal discrepância entre o que foi prometido pelos corretores no momento da venda e a realidade dos contratos de financiamento, que geraram dívidas impagáveis.
A moradora Lidiane é um dos exemplos. Ela relata que um lote lhe foi ofertado por R$ 70 mil à vista. Como precisou financiar, assinou um contrato onde constava o valor de R$ 244 mil. "O corretor me explicou que aquele já era o valor final do financiamento. Eu fechei acreditando nisso", disse. Anos depois, assustada com o aumento desenfreado das parcelas, ela procurou um advogado e descobriu a suposta fraude: a empresa teria inflado o valor "à vista" no contrato para os R$ 244 mil, fazendo com que os juros do financiamento incidissem sobre esse montante irreal.
Procurada a loteadora responsável, através do seu escritório de advogados, respondeu as acusações através de nota, que você consegue ler na íntegra abaixo:
Nota de esclarecimento - Rubi
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