Local e Percurso
• A prova foi realizada no cantão de Valais, na Suíça, com percurso entre Verbier e Grimentz. Foram percorridos 125 km com cerca de 5.000 m de desnível positivo, passando por trechos lendários como La Croix-de-Cœur e Pas de Lona, a 2.787 metros de altitude.
Campeões Elite
• Campeã Femenina: Kate Courtney (EUA) venceu com tempo aproximado de 7h10m11s, dominando de ponta a ponta.
• Podium Feminino:
1. Kate Courtney (USA) – 7h10m11s
2. Anna Weinbeer (SUI) – +3m44s
3. Mona Mitterwallner (AUT) – +4m59s
• 4ª colocada: Natalia Fischer (ESP), a cerca de 8m38s da líder.
• Campeão Masculino: Keegan Swenson (EUA) conquistou o título masculino em tempo de 6h01m44s, após esforço intenso e arrancada decisiva.
• O espanhol David Valero também teve desempenho sólido, chegando em 4º lugar, muito próximo do pódio.

Performance Americana em Evidência
• O domínio dos Estados Unidos foi evidente no evento: ambos os campeões, Kate Courtney e Keegan Swenson, subiram ao topo do pódio.
• Nas categorias femininas e masculinas, o país marcou presença forte, destacando sua supremacia na disciplina XCM em 2025.
Resumo Rápido
Categoria Campeão Tempo/Aproximação Destaques Finais
Feminino Elite Kate Courtney (USA) ~7h10m11s Vitória dominante; Fischer em 4º
Masculino Elite Keegan Swenson (USA) ~6h01m44s Vitória com ataque estratégico; Valero 4º
🏆 Resultados Oficiais
Elite Masculino
1. Keegan Swenson (EUA) – 6h01m44s
2. Andri Frischknecht (SUI) – +1m08s
3. Lars Forster (SUI) – +1m53s
4. David Valero (ESP) – +2m21s
5. Simon Andreassen (DIN) – +4m01s
➡️ Destaque: o americano atacou no trecho final, resistindo à pressão dos suíços em casa.
🇧🇷 Participação Brasileira
• Jose Gabriel da equipe Soul representou o mtb masculino e Raiza Goulao, no feminino, nenhum brasileiro ficou entre os Top 10 da Elite.
• A delegação brasileira teve atletas, mas com colocações discretas, distantes dos líderes.
📌 Curiosidades do Mundial
• Foi a primeira vez desde 2019 que os EUA conquistaram o ouro no masculino e no feminino no XCM.
• O percurso em Valais é considerado um dos mais duros da história do Mundial de Marathon MTB.
• A altitude (quase 2.800m) foi fator decisivo: muitos atletas relataram fadiga extrema no Pas de Lona.
• O suíço Lars Forster manteve tradição: é local da região e já havia vencido a Swiss Epicem terrenos semelhantes.
É isso meus amigos, a jersey do arco-íris 🌈 tem novos donos, e os americanos dominaram o cenário, tanto no feminino, quanto no masculino.
Bora pedala ?
Mtb é vida!
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