A Seleção brasileira está nas oitavas de final e jogará sua sorte contra a Noruega do artilheiro Halland.
Desde 2006 a seleção tem uma pressão gigantesca nas costas e não consegue administrá-la de uma forma balanceada, ou é confiante demais, ou é sem confiança alguma.
Nosso fracasso em copas, sendo eliminados por seleções sem expressão alguma é a prova de que falta um dos componentes mais necessários para uma boa performance. Mental forte, cabeça boa e tranquila para realizar as inúmeras tarefas de um jogo ou competição.
Com a chegada de Ancelotti, a primeira coisa que foi detectada foi exatamente a falta de mental, de tranquilidade para executar movimentos simples, ou até mesmo a confiança diária que muitos tem em seus respectivos clubes.
O ciclo foi mal-feito, os jogos foram bem piores que imaginávamos, mas o mental estava sendo trabalhado, preparado para os momentos “chave” da competição.
Copa do mundo se ganha com técnica, tática, físico, individualismo, conjunto, mas principalmente com metal forte.
O jogo contra Marrocos, foi posto à prova todas estas questões e foi mais do que comprovado que o mental não estava bem, então, todos os outros componentes sucumbiram também.
Nos jogos seguintes, com vários ajustes técnicos, táticos e físicos, o jogo melhorou, fluiu e foi alimentando o “mental”, contra o Japão, a carga emocional foi tanta, que Bruno Guimarães ao final da partida, em entrevista, chegou a revelar que a partida tinha feito ele “perder” dois anos de carreira, é isso que um mental instável faz, em uma pressão extrema ele definha.
O Brasil está crescendo ao longo dos jogos, está administrando tudo de uma vez só, temos lesões, inseguranças, dúvidas...
Mas estamos chegando no nível mental ideal para vencer, e se conseguirmos alinhar tudo, o hexa estará mais perto do que nunca.
Além do horizonte existe um lugar....
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